Segundo a McAffe, o vírus infecta arquivos executáveis do Windows, documentos do Microsoft Office e em formato HTML. Uma vez no computador, ele captura senhas, cookies ( registros de navegação na internet), alem de permitir que criminosos enviem comandos para o micro.
De acordo com a Seculert, que encontrou os servidores dos crackers (hacker que usam seus conhecimentos para o crime), a maior parte das pessoas que foram vitimas do Ramnit estão no reino Unido e frança.
Depois de capturar os dados de um usuário da rede social, os cracker inserem o link nos perfis das vitimas que remetem para o Ramnit, facilitando o avanço do vírus no Facebook.
O Ramnit não e umas praga nova, já houve outros casos em 2010, com algumas alterações no código fonte original, desde então. A empresa de segurança Trusteer estima que mais de 800 mil maquinas ja tenham sido infectadas por ele, só entre setembro e dezembro do ano passado.
Fonte: noticiastecnologia.com.br
















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